Gestão de Projetos

Consultoria e Capacitação em Gerenciamento Ágil

As organizações estão compreendendo rapidamente a falência do ciclo de vida “em cascata” (waterfall) para o desenvolvimento de software. As abordagens ágeis não só passaram a ser cada vez mais aceitas em numerosas empresas como também, em alguns casos, passaram a ser a única forma a ser adotada. Após um rastro de projetos mal sucedidos, o fato é animador, mas os métodos ágeis não são ainda compreendidos na sua plenitude. A Verx Consulting tem ajudado seus clientes a implementar corretamente a gestão ágil, através de consultoria (mentoring e acompanhamento de projetos pilotos) e treinamento.

Clique aqui para conhecer nosso workshop “Gerenciamento Ágil de Projetos”.

Consultoria em Inovação Organizacional

A Verx Consulting, através de sua unidade de Maturidade Organizacional em Projetos (MOP) passou a oferecer ao mercado um serviço de consultoria com o objetivo de auxiliar as empresas a implementarem Programas de Inovação, suportados por estruturas de fomento, captação, encaminhamento, análise e experimentação de ideias inovadoras (Escritórios de Inovação).

Abaixo, um resumo de nossa abordagem para o assunto.

Modelo de Sistema de Inovação Organizacional

A inovação é definida como a geração de novos conhecimentos, ou novas aplicações de conhecimentos existentes, com o objetivo de agregar valor por meio de novos modelos de negócios, mercados, tecnologias, produtos, serviços ou processos.

O Sistema de Inovação é uma estrutura que permite estimular, gerenciar e fazer avançar as iniciativas de inovação. A matéria-prima fundamental é a ideia, que nasce na operação da empresa e é colocada para transitar em um fluxo (funil de ideias), passando por um verdadeiro “campo de provas” cujo objetivo é identificar sua não viabilidade (levando-a ao descarte) ou fazê-la evoluir até sua efetiva implementação.

Quanto mais rapidamente uma ideia inviável for descartada, melhor para a organização. Desta forma, se o sistema funcionar como uma máquina eficaz e eficiente de descarte cedo, isto deve ser encarado de forma positiva, pois não se estará perdendo tempo e esforço com iniciativas infrutíferas.

De forma similar, quanto mais rapidamente uma ideia viável avançar no funil, mais cedo a organização usufruirá da inovação, ganhando então vantagens mercadológicas / sociais ou melhorando seus processos / ambiente interno.

O Sistema de Inovação é composto por estruturas organizacionais, fluxo de trabalho (calcado no funil de ideias), ferramentas, técnicas, processos e outros elementos que buscam influenciar a cultura local, trazendo-a para o movimento da inovação.

Na Figura 1 temos uma visão macro do Sistema de Inovação.

Componentes do Sistema de Inovação

  • Estruturas organizacionais com dedicação parcial

Trata-se de grupos de pessoas da organização, que desempenham papéis no Sistema de Inovação em caráter voluntário e eventual, fora de suas atribuições do dia a dia, dedicando então um esforço paralelo em prol das iniciativas de inovação. São elas:

    • Polos de Inovação

    São grupos setoriais na empresa que se encarregam de coletar e tratar ideias na sua circunscrição, colocando-as como candidatas a avançar no funil de ideias. Cada polo possui um representante, responsável por recolher e coordenar a pré-formatação das ideias, com auxílio dos idealizadores e participantes locais. 

    • Comitê Apreciador

    É um grupo responsável por apreciar as ideias oriundas dos polos e priorizar as mais promissoras, elegendo em seguida, entre as priorizadas, aquelas que sofrerão análise crítica (um exame mais pormenorizado). Trata-se de uma instância com poder de decisão, normalmente posicionada acima na hierarquia às quais todos os setores que possuem polos de inovação se sujeitam.
    Caso o número de ideias seja muito grande, os próprios polos poderão priorizar suas ideias, devendo, todavia, se reunirem em Comitês Inter-Polos, com o objetivo de evitar submissão de ideias repetidas e verificar a possível sinergia entre ideias. Um Comitê Inter-Polo, se existir, deve contar com um supervisor neutro para balancear a participação e lidar adequadamente com as diferentes visões e interesses de cada polo, às vezes conflitantes.
    As ideias priorizadas que forem eleitas para pleitear análise crítica deverão sofrer uma formatação mais consistente.

    • Comitê Deliberador

    É uma instância formada por representantes da alta administração, que decidirão, com base nos resultados das análises críticas, quais ideias irão para a fase de experimentação (desenvolvimento de protótipos, pilotos, estudos de campo etc., mais concretos) e em seguida, com base nos resultados das experimentações, quais ideias seguirão para efetiva implementação, através de projetos específicos.
    Normalmente, a etapa de experimentação e, principalmente, os projetos de implementação, exigem investimentos de maior monta, daí o nível hierárquico elevado que os atuantes no Comitê Deliberador devem ter.
    O gerenciamento (iniciação, planejamento, execução, monitoração / controle e finalização) dos projetos de implementação encontra-se fora do escopo do Sistema de Inovação, sendo parte do portfólio de projetos da empresa.

    • Áreas da organização que são consultadas sobre aspectos das ideias, dando pareceres técnicos, jurídicos, mercadológicos etc. e participando pontualmente em sessões de análise crítica e experimentações

    Tais áreas podem ser: Jurídico, Produtos, Comercial, Marketing, TI, fornecedores externos especializados etc. As etapas de análise crítica e experimentação esmiúçam múltiplos aspectos das ideias, exigindo portanto um esforço multidisciplinar, com uso de técnicas e ferramentas de design thinking, simulação etc.

  • Estruturas organizacionais com dedicação exclusiva

Trata-se de grupos de pessoas com dedicação integral ao Sistema de Inovação, fazendo-o funcionar. Não possuem atuação no dia a dia da operação da empresa. São elas:

    • Núcleo de Mobilização

    É um grupo responsável por promover internamente o programa de inovação e estimular a participação dos funcionários. Prepara eventos de inovação, acompanha o funcionamento dos polos e das dinâmicas do funil de ideias (facilitando rituais em conjunto, algumas vezes, com o Núcleo de Governança), organiza ações de reconhecimento aos idealizadores, eventualmente com uso de técnicas como a gamificação, realiza comunicações relativas ao programa e difunde conhecimentos.

 

Figura 1 – Visão macro de Sistema de Inovação Organizacional

    • Núcleo de Governança

    É um grupo que cuida de aspectos mais gerenciais do Sistema de Inovação, monitorando o funil de ideias, gerando indicadores diversos (velocidade do fluxo de ideias, quantidades, índices financeiros etc.), tratando riscos e pendências de cada iniciativa em trânsito, garantindo e apoiando a preparação e a execução dos diversos rituais (comitês, sessões de análise crítica e experimentação etc.) e também difundindo conhecimentos.

    Os Núcleos de Mobilização e Governança poderão trabalhar no mesmo espaço físico, constituindo um Escritório de Inovação, obtendo-se desta forma maior nível de colaboração e sinergia.

  • Funil de ideias e sua dinâmica

Toda e qualquer pessoa da organização é convidada a gerar ideias, seja de novos produtos, melhoria em processos, prospecção de novos mercados, ações que melhorem a imagem da empresa etc. Através de um canal adequado, as ideias chegam aos representantes dos polos, que auxiliam os idealizadores a fazerem uma pré-formatação da ideia (redigindo-a de forma adequada, destacando benefícios e necessidades para realização etc.).

Ainda no âmbito dos polos, poderá haver ações de estímulo à geração de ideias, através de técnicas de ideação e identificação e análise de problemas (da operação ou dos clientes).

Todas as ideias pré-formatadas são registradas em um repositório único de ideias, mantido pelo Núcleo de Governança.

Periodicamente, as ideias do repositório são verificadas pelo Comitê Apreciador ou por um Comitê Inter-Polos, a fim de que algumas passem para o status de priorizadas. Neste momento, a ideia é detalhada e é preparado um material para apresentação ao Comitê Apreciador, que decidirá se a ideia merece entrar em um grupo de análise crítica ou se deve ser descartada. Pode ocorrer também da ideia voltar ao repositório no seu status inicial, de não-priorizada, em vez de ser eliminada, pois no futuro uma ideia que hoje é descabida poderá fazer sentido.

A preparação do material para submissão ao Comitê Apreciador é auxiliada pelo Núcleo de Governança.

As ideias que conseguem parecer positivo do Comitê Apreciador entram então em análise crítica, onde ocorrem brainstormings e utilização de técnicas como o six thinking hats, visando explorar o potencial das ideias, bem como desafiá-las.

A análise crítica é realizada em sessões de trabalho multidisciplinares, com participação do idealizador e, eventualmente, de outros membros de seu polo que entendam do negócio e possam contribuir, assim como pessoas de outras áreas de alguma forma envolvidas com aspectos da ideia (jurídico, para verificar se existe alguma barreira legal quanto à eventual implementação da ideia, marketing para ajudar a avaliar a viabilidade de mercado da iniciativa, engenharia, produtos, suporte, etc.). Membros do Núcleo de Governança e do Núcleo Mobilizador também podem participar como facilitadores e como efetivos contribuidores das sessões.

O resultado de uma análise crítica pode ser o descarte da ideia, sua manutenção no repositório para o futuro ou sua promoção para pleitear seguir adiante.

Passando com sucesso pela análise crítica, a ideia estará mais amadurecida e será então submetida ao Comitê Deliberador. Aqui também um material é preparado, com apoio do Núcleo de Governança.

O Comitê Deliberador escolherá, entre as ideias vitoriosas nas análises críticas, quais merecem passar para a fase de experimentação. A experimentação tem um caráter de projeto, envolvendo a realização de um protótipo ou de uma simulação do serviço / processo sugerido pela ideia. Estudos de campo, com amostragens de funcionários ou mesmo clientes podem ser realizados. A ideia então é colocada em prática em um ambiente menor e controlado, através de modelos, por uma equipe multidisciplinar que pode envolver TI, fornecedores externos especialistas e departamentos diversos da empresa.

Novamente, a ideia pode mostrar-se inviável, sendo descartada ou mantida no repositório para o futuro. Se, por outro lado, os resultados da experimentação forem favoráveis, a iniciativa é submetida novamente ao Comitê Deliberador, para pleitear desta vez sua efetiva implementação.

O Núcleo de Mobilização cuida do calendário, das convocações e de toda a logística para as reuniões de submissão dos Comitês Apreciador e Deliberador.

As implementações das ideias são realizadas pelas áreas da organização que estejam aptas a executar os projetos para tal.

Com a efetiva implementação de uma inovação, a organização deve verificar se os retornos esperados foram conseguidos, como ocorre com qualquer projeto.

A Figura 2 mostra os status pelos quais pode então uma ideia transitar durante seu ciclo de vida.

Ao longo do ciclo de vida das ideias, em que os trabalhos do Sistema de Inovação são realizados, cabe ao Núcleo de Governança apurar e reportar periodicamente o andamento das iniciativas do status de priorizadas para frente, gerando indicadores que ajudem a melhorar o sistema.

A determinação ou não de prazos e timeboxes para etapas do Sistema de Inovação deve ser analisada caso a caso nas organizações, pelo Núcleo de Governança em alinhamento com a alta direção.

A formação de polos de inovação está bastante ligada a grandes setores ou assuntos da organização. Deve-se cuidar para que todos os departamentos envolvidos com o core business da empresa contem com polos de inovação. Por exemplo, em um conglomerado financeiro, possíveis polos de inovação poderiam ser: marketing pessoa física, marketing pessoa jurídica, cartões, seguros, investimentos, informática, leasing e mercado internacional.

Figura 2 – Status do ciclo de vida das ideias

 


Recursos para o Sistema de Inovação

O Sistema de Inovação deve funcionar em uma empresa como uma área de projetos, que produz entregas capazes de dar retorno financeiro ou de imagem. Existem, entretanto, incentivos fiscais importantes que podem ser conseguidos, como os providos pela chamada Lei do Bem (Lei 11. 196/05).

É muito comum que a área de TI da empresa esteja envolvida com as iniciativas de inovação, pois muitas ideias envolvem desenvolvimento ou alteração de aplicativos corporativos. Tendo isto em vista, a organização pode rever seu orçamento de TI considerando o Sistema de Inovação como um elemento a mais no contexto.

A inovação é uma preocupação cada vez maior, cada vez mais estratégica para qualquer tipo de organização. Pode determinar seu posicionamento no mercado ou mesmo sua sobrevivência a médio e longo prazos. A criação de um Sistema de Inovação impulsiona a geração e o aproveitamento de ideias, desde as mais revolucionárias (disruptivas) até as que trazem pequenos benefícios (incrementais), todas importantes para a empresa e, em última análise, para o mercado e a sociedade.

Formação em Gerenciamento de Projetos e Inovação Organizacional

Formação em Gerenciamento de Projetos e Inovação Organizacional da Verx Consulting

A Verx Consulting oferece workshops de capacitação que aliam solidez conceitual com experiências acumuladas por diferentes gestores em diferentes ambientes técnicos e humanos. Assim, os treinamentos são consistentes na teoria e com grande carga prática, onde podemos analisar diversas situações reais de projetos.

Os workshops podem ser realizados in company ou em nas instalações da Verx Consulting, no Itaim Bibi - São Paulo-SP.

Para os interessados em obter certificações profissionais (PMP, PMI-ACP), são oferecidos simulados dos exames, com correção comentada.

Workshop

Carga horária (hs)

IGP - Introdução ao Gerenciamento de Projetos

40

GAP - Gerenciamento Ágil de Projetos

32

BSC - Composição de Portfólios de Projetos com Balanced Scorecard

24

GIO - Gerenciamento de Inovação Organizacional

24

Informações sobre o instrutor:

Roberto Pina Rizzo, MSc, LEED Green Assoc., PMP, PMI-ACP
Profissional com mais de vinte e cinco anos de experiência em gestão de projetos e portfólios (em especial de TI) e gestão da qualidade, Engenheiro de Produção e Mestre em Engenharia pela Escola Politécnica da USP, certificado PMP e PMI-ACP pelo PMI (Project Management Institute), certificado LEED Green Associate pelo GBCI (Green Building Certification Institute), consultor de empresas na área de gestão de portfólios e inovação organizacional, instrutor de gestão de projetos, métodos ágeis de gestão de projetos e gestão de portfólios com balanced scorecard, tendo formado mais de quatrocentos profissionais de projetos em seus cursos, em nível Brasil. Atualmente dirige implementação de Escritórios de Projetos e advisoring em gestão para clientes da Verx Consulting.

Conteúdos programáticos:

Workshop “Introdução ao Gerenciamento de Projetos” (40 horas)

  • Conceitos Básicos sobre Gestão de Projetos
    • Projeto / programa / portfólio
    • Área de conhecimento / área de aplicação
    • Grupos de processos de gerenciamento de projetos
    • PMO
    • Tipos de PMO (“Supportive”, “Controlling” e “Directive”)
    • Restrições (“Constraints”) de um projeto
    • OPM3
    • “Stakeholders”
    • Tipos de estrutura organizacional – funcional, projetizada, matricial e mista
    • Ciclo de vida do produto / do projeto

 

  • Princípios de Gestão do Escopo
    • Escopo do produto / do projeto
    • Baseline de escopo
    • Definição do escopo
    • WBS (EAP)
    • Decomposição
    • “Control accounts” / “work packages”
    • Dicionário da WBS
    • Validação de escopo
    • Controle de escopo
    • “Gold plating”
    • Comitê de Controle de Mudanças (“Change Control Board”)
    • “Change Request”
    • Rastreabilidade
    • Gestão da Configuração (“Configuration Management”)

 

  • Princípios de Gestão do Tempo
    • Baseline de tempo
    • “Rolling wave planning” (planejamento em ondas sucessivas)
    • PDM / ADM
    • GERT
    • Tipos de precedência (FS, SF, FF, SS)
    • Milestones
    • Lags / leads
    • Estimativa One Time
    • Estimativa por analogia
    • Estimativa paramétrica
    • Estimativa heurística
    • Estimativa Three Point
    • “Padding”
    • Reserva de contingência
    • Reserva gerencial
    • PERT
    • CPM
    • Folgas (“floats”)
    • “Fast tracking”
    • “Crashing”
    • “Monte Carlo Analysis”
    • “Path convergence”
    • “Critical Chain Method”
    • Síndrome do Estudante
    • Fenômeno Multi-Tarefa
    • Lei de Parkinson

 

  • Princípios de Gestão dos Custos
    • Análise de Valor
    • “Budgeting”
    • Custos fixos / variáveis
    • Custos diretos / indiretos
    • Estimativa One Cost
    • Estimativa por analogia
    • Estimativa paramétrica
    • Estimativa Three Point
    • Estimativa Bottom-Up
    • Earned Value (EV) / Planned Value (PV) / Actual Cost (AC)
    • Schedule Variance (SV) / Cost Variance (CV)
    • CPI / SPI
    • BAC / EAC / ETC / VAC

 

  • Princípios de Gestão da Qualidade
    • Inspeção 100%
    • CEP – Controle Estatístico do Processo
    • Amostragem
    • Ciclo PDCA
    • 7 Ferramentas da Qualidade
    • Zero-defeito
    • Kaizen
    • Six Sigma / Lean Sigma
    • Princípios de Deming
    • Abordagem de Juran / Crosby
    • Planejamento da Qualidade
    • “Quality Assurance” (Garantia da Qualidade)
    • Controle da Qualidade
    • Baseline da qualidade / requisitos de qualidade
    • Análise marginal
    • JIT (“Just in Time”)
    • Kanban
    • Custos da Qualidade
    • Falhas internas / externas
    • Cliente interno / externo
    • Prevenção / “self-inspection”
    • “Checklists”
    • “Peer-reviews”
    • Defeitos – registro / tratamento / medição

 

  • Princípios de Gestão de Recursos Humanos
    • Sistema de recompensa (“reward system”)
    • Papéis e responsabilidades
    • “Staffing Management Plan”
    • “Responsibility Assignment Matrix” / RACI
    • “Enterprise Environmental Factors”
    • “Organizational Process Assets”
    • “Team building”
    • “Ground rules”
    • “Co-location” (“war room”)
    • “Feedback”
    • Modelo de Tuckman
    • Conflitos
    • Técnicas de resolução de conflitos (“confrontation”, “compromising”, “withdrawal”, “smoothing”, “forcing”)
    • Teoria de Mc Gregor (X & Y)
    • Hierarquia de necessidades de Maslow
    • Teoria de Herzberg
    • Ergonomia cognitiva
    • Tarefa prescrita / atividade realizada
    • Mecanismo de regulação do modo operatório
    • Liderança situacional
    • “Interpersonal skills” / “Soft skills”

 

  • Princípios de Gestão da Comunicação
    • Planejamento da comunicação
    • Escalação
    • Comunicação não verbal
    • Canais de comunicação
    • Métodos de comunicação (formal / informal / verbal / por escrito)
    • “Ice breakers”
    • “Lessons learned”
    • “Status Report”
    • Gerenciamento de expectativas dos “stakeholders”
    • “Communication blockers”
    • “Síndrome do gerente repórter”
    • “Síndrome do dia a dia”

 

  • Princípios de Gestão dos Riscos
    • Risco (“bom” e “ruim”)
    • Fatores dos riscos (probabilidade / impacto / momento esperado / frequência)
    • Plano de gerenciamento dos riscos
    • Categorias de riscos
    • Registro dos riscos (“risk registers”)
    • Análise qualitativa de riscos
    • Análise quantitativa de riscos
    • Árvore de decisão
    • “Expected Monetary Value” do risco
    • Respostas a riscos (evitar / minimizar / transferir / aceitar)
    • “Owner” do risco
    • Gatilho do risco (“risk trigger”)
    • Plano de contingência
    • Plano de “fallback”
    • Reserva de contingência
    • Reserva gerencial
    • “Watch list”
    • “Issue”
    • “Workaround”

 

  • Princípios de Gestão de Aquisições
    • Contratação centralizada / descentralizada
    • “Make-or-buy analysis”
    • Contrato tipo “Cost Reimbursable” (CR)
    • Contrato tipo “Time & Material” (T&M)
    • Contrato tipo “Fixed Price” – “Lump Sum” (FP)
    • RFP
    • RFB
    • RFQ
    • Critérios de avaliação de propostas
    • Risco de modelo contratual para o comprador / vendedor
    • “Non-disclosure agreement”
    • “Arbitration” (arbitragem)
    • “Breach” (quebra de contrato)
    • “Force majeure”
    • “Letter of intent” (carta de intenção)
    • Fornecedor “single source”
    • Fornecedor “sole source”
    • “Fait accompli”
    • Encerramento do contrato
    • Encerramento administrativo
    • Encerramento do projeto

 

  • Princípios de Gestão de Stakeholders
    • Identificação dos “stakeholders”
    • Mapeamento dos “stakeholders”
    • Registro de Stakeholders
    • Nível de envolvimento / engajamento dos “stakeholders”
    • Gerenciamento do envolvimento dos “stakeholders”
    • Controle do envolvimento dos “stakeholders”

 

  • Princípios de Gestão da Integração
    • “Project Charter” (Termo de Abertura do Projeto)
    • “Statement of Work”
    • Plano de Gerenciamento do Projeto / PGP
    • Sistema de controle de mudanças / controle integrado de mudanças
    • Comitê de Controle de Mudanças (“Change Control Board”)
    • Sistema de Autorização dos Trabalhos (“Work Authorization System”)
    • “Baselines”
    • Procedimentos de encerramento do projeto
    • “Metodologias de gestão de projetos”

 

  • Oficina de Planejamento de Projetos
    • Os participantes elaborarão um plano de gerenciamento para um projeto fictício, com apresentações e discussões.

 

  • Ética e Conduta Profissional
    • Responsabilidade
    • Respeito
    • Justiça
    • Honestidade
    • Conflito de interesses
    • Direito autoral
    • Autoridade para dizer “não”
    • Suborno
    • Valores

 

Workshop “Gerenciamento Ágil de Projetos” (32 horas)

  • Conceitos Básicos de Desenvolvimento Ágil
    • Framework Cynefin
    • “Crise do Software”
    • Abordagem de Desenvolvimento “Em Cascata” (“Waterfall”)
    • Abordagens Ágeis
    • Agile Manifesto (Manifesto para o Desenvolvimento Ágil)
    • Envolvimento X Comprometimento
    • Interação / Iteração
    • RAD
    • DSDM
    • XP
    • FDD
    • XPM
    • Crystal
    • Scrum
    • Kanban
    • Agile Project Management (APM)
    • APM Framework
    • Ciclo de Vida de Projetos Ágeis

 

  • O Scrum
    • Scrum
    • Pilares do Scrum: Visibilidade, Inspeção e Adaptação
    • Timebox
    • Sprint
    • Product Owner
    • Scrum Master
    • Equipe Scrum
    • Cerimônias
    • Planejamento do Release (Release Planning) – Documento de Visão
    • Planejamento do Sprint (Sprint Planning)
    • Reunião Diária do Scrum (Daily Scrum)
    • Revisão do Sprint (Sprint Review)
    • Retrospectiva do Sprint (Sprint Retrospective)
    • Norm Keith’s Prime Directive
    • Mute Mapping
    • Product Backlog
    • Refinamento do Product Backlog
    • Itens de Product Backlog Prontos (Ready User Stories)
    • Priorização pelo Esquema MoSCoW
    • Modelo Kano de Priorização
    • User Story
    • Theme
    • Story Mapping
    • Epic
    • Sprint Backlog
    • Release Burndown
    • Sprint Burndown
    • Burnup Graph (Feature Complete Graph)
    • Story Points
    • Sprint Signature
    • Planning Poker
    • Done Definition
    • Impedimento
    • Gestão à Vista (Task Board) / Information Radiator
    • Scrum de Scrums

 

  • Métodos Ágeis X Áreas de Conhecimento do PMBOK Guide
    • PMBOK® Guide x Ciclo de Vida do Projeto
    • Framework Aberto
    • ShuHaRi
    • ScrumBut
    • Triângulo Ágil (Agile Triangle)
    • Escritório de Projetos (PMO) no Contexto Ágil
    • Visão X Escopo
    • Product Roadmap
    • Controle de Mudanças no Contexto Ágil
    • Wireframes
    • Personas
    • Stanking
    • Wide Band Delphi
    • Relative Sizing
    • Ideal Time / Real (Elapsed) Time
    • Valor Presente Líquido
    • Taxa Interna de Retorno
    • Taxa Mínima de Atratividade
    • Business Case
    • Grandezas da Earned Value Analysis (PV, EV, AC, BAC, EAC, ETC, VAC)
    • MMF – Minimum Marketable Feature
    • Verificação Constante
    • Validação Constante
    • Escaped Defects
    • Pair Programming
    • Sand Box
    • TDD – Test Driven Development (Test First Development)
    • ATDD – Acceptance Test Driven Development
    • Refatoração de Código
    • Propriedade Coletiva do Código
    • “Chickens” e “Pigs”
    • Equipes Autogerenciadas
    • Empowerment
    • Evolução da Liderança
    • Multifuncionalidade
    • Shared Resources Teams
    • Osmotic Communication
    • Equipes Distribuídas X Equipes em Co-Location
    • Expert in Earshot
    • Brainstorming
    • Project Status Board
    • Nível / Grau de um Risco
    • Resposta aos Riscos
    • Plano de Contingência
    • Pulverização de Risco
    • Risk Burndown Chart
    • Spike
    • Rolling Contracts
    • Money for Nothing, Changes for Free Contracts
    • Chartering / Agile Project Charter
    • Controle Empírico
    • DevOps

 

  • O Kanban
    • Cadeia de Valor (Value Stream)
    • WIP – Work in Process
    • Pull System (produção puxada)
    • Just in Time
    • Estoque de Segurança
    • Lead Time (tempo de atravessamento ou tempo de ciclo)
    • Gargalo
    • Diagrama de Fluxo Cumulativo
    • Lean
    • 7 “wastes” (“muda”) do Lean
    • Diagramas Spaghetti
    • Nível de Prescrição de Abordagem

 

  • Aspectos Humanos dos Métodos Ágeis
    • Inteligência Emocional
    • Empatia
    • Colaboração (Collaboration)
    • Liderança / Liderança Servidora
    • Active Listening
    • Reflective Listening
    • Feedback
    • Conflitos / Níveis de Conflito
    • Negociação

 

  • Causas de Fracassos na Adoção de Métodos Ágeis
    • “Done definition” completa
    • “Daily clean code”
    • “User stories readiness”
    • Dívida técnica (“technical debt”)
    • Feudos / especializações
    • “Coaching” / liderança
    • Princípios x práticas
    • Fatores culturais

 

  • A Certificação PMI-ACP

 

Workshop “Composição de Portfólio de Projetos com Balanced Scorecard” (24 horas)

  • Conceitos Básicos sobre Estratégia e Portfólios de Projetos
    • Estratégia
    • Visão
    • Missão
    • Objetivos
    • Metas
    • Projeto
    • Programa
    • Portfólio
    • Seleção de projetos para portfólio

 

  • O Balanced Scorecard (BSC)
    • Balanced Scorecard (BSC)
    • Perspectivas [de valor] do BSC
    • Perspectiva Financeira
    • Perspectiva Cliente
    • Perspectiva Processos Internos
    • Perspectiva Aprendizado e Crescimento
    • Mapa estratégico
    • Fluxo de valor (lógica causa-e-efeito)

 

  • Seleção de Projetos de Portfólio
    • Scoring
    • Árvore de decisão
    • Payback
    • Valor presente líquido (VPL)
    • Taxa interna de retorno (TIR)
    • Taxa mínima de atratividade
    • Business case

 

Workshop “Gerenciamento de Inovação Organizacional” (24 horas)

  • Conceitos Básicos de Inovação
    • Inovação
    • Criatividade
    • Invenção
    • Gamificação (ludificação)
    • Inovação incremental
    • Inovação disruptiva
    • Benchmarking
    • Risco associado à inovação

 

  • Design Thinking
    • Design thinking
    • Inspiração
    • Ideação
    • Implementação
    • Wicked problem
    • Duplo diamante
    • Empatia
    • Insight
    • Open innovation
    • Focus group
    • Pesquisa de imersão (etnográfica)
    • Personas
    • Colaboração
    • Crowd sourcing
    • Workshop de cocriação

 

  • Sistemas de Inovação Organizacional
    • Sistema de Inovação
    • Funil de ideias
    • Polos de inovação
    • Comitê apreciador
    • Comitê inter-polos
    • Comitê deliberador
    • Núcleo de mobilização
    • Núcleo de governança
    • Escritório de inovação
    • Idealizador(es)
    • Sinergia entre ideias
    • Repositório de ideias
    • Priorização de ideias
    • Análise crítica de ideias
    • Experimentação de ideias
    • Implementação de ideias
    • Programa de inovação
    • Problemas no engajamento das pessoas no programa

 

  • Técnicas de Ideação e Análise Crítica
    • Brainstorming estruturado
    • Brainstorming não estruturado
    • Applied imagination
    • Six thinking hats
    • Parallel thinking
    • Spaghetti thinking

 

  • Experimentação de Ideias
    • Protótipo
    • Paradigmas
    • Prototipagem piloto
    • Roleplay

 

  • Governança de Inovação
    • Organização do sistema de inovação
    • Lead time de ideias
    • Indicadores de inovação
    • Gerenciamento de projetos X inovação
    • Status report de inovação
    • FINEP
    • Lei do Bem
    • Confidencialidade
    • Propriedade intelectual